
Contemplação descontraída, com um toque de egolatria galopante, polvilhada por uma leve gratidão desmedida pelo Universo conspirante.
Que qualquer que fosse o momento, circunstância, disposição ou emoção... de certeza que o espírito suspirou. E por um segundo sentimos a alma na pele e inspiramos o ar com força. Para dar cheiro ao prazer. E deixamo-nos estar... Quietinhos. Sem fazer barulho. Não vá a vida acordar.
3 comentários:
Shhhh... Não querendo incomodar... Mas o que nos vale é saber de quem é o leme!
Priscila
desculpem esta intromissão num universo que eu estou, lentamente a aprender a conhecer...
...mas não resisti à tentação de tornar público o facto de que eu
conheço estes pés...sem areia (noutro contexto portanto) e sob diferente perspectiva, mas são, seguramente, os pés que eu conheço :-)
Enviar um comentário