Não. Estou aqui às voltas mas de facto não tenho mais nada para te dizer.
Nenhum desabafo. Nenhum apelo. Nenhuma justificação.
Nada. Nenhum discurso cheio de fleuma. Que às tantas até perde o objectivo inicial.
E no entanto esforço-me para encontrar uma palavra, uma frase que por um milagre
Consiga atingir aquele órgão supérfluo que por um erro genético não funciona.
O coração, claro. Não fosses estar a pensar no fígado, ou pâncreas.
Mas não. Nadinha. Rien. Nothing comes this way!
Que é como quem diz: no pasa nada cariño.
E daqui prosseguimos para o corolário lógico (para a conclusão):
Qual o próximo passo?
Ou seja, transformamos o que seria uma conclusão numa questão.
Racionalmente é um exercício.
Para esta dialéctica que se pretende cheia de sentido.
É de facto despropositado.
Aliás o despropósito acontece quando não tendo nada para te dizer
Já vou em 16 linhas. Mas também aproveito e exercito o cérebro.
Sabias que tenho um? É verdade.
Tem estado um pouco apagado, coitadito…mas as perspectivas são boas.
Sabes que mais…quero que te fodas.
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